Asnath "DE TUDO UM POUQUINHO..."  
 
   



BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Esperanto, Animais, Livros, Espirita
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  Oi Pessoal conheçam meu novo blog!!!

                     www.vidadeborboleta.bigblogger.com.br

                      Um grande beijo!!!



Escrito por Kalú às 18h07
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Super legal poder rever pessoas que amamos não???

Este feriado foi bem legal, além de termos ido viajar estávamos em companhia de alguns familiares muito queridos dentre eles estava a minha tia Nice e sua família...

Fiquei boba de ver o tamanho do meu primo Júnior e minha prima Paulinha, super bonitos e cheios de saúde!!! Muito bom estarmos em companhia de pessoas assim...

Obrigado a todos!!!



Escrito por Kalú às 17h17
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Novela - Capítulo 12

A Verdadeira Identidade de Jeitosinha 

Capítulo XII

Destino Cruel

Jeitosinha não acreditava no que acabava de ouvir. Desde a revelação de seu
trágico segredo, sentia-se num pesadelo sem fim. Não bastasse todo o ódio em
seu coração, o estranho desfecho da morte do pai e a perda de Bruno, seu
amado, agora a nossa heroína era chantageada pelo cruel Arlindo!
- Você quer que eu me prostitua?
- Sim. - concordou o irmão, sem um pingo de emoção na voz - Existe um bordel
de luxo aqui perto de casa... Pessoas exóticas como você podem ter um bom
valor no mercado.
- M-mas... Eu sou virgem! Sou inocente! - retrucou Jeitosinha, aos prantos.
- Pois você tem até amanhã para aprender o que precisa.
Arlindo deixou o quarto da loira batendo a porta. Adenair entrou em seguida,
curioso em saber o que acontecera. Jeitosinha contou resumidamente a
história.
- Mas não pode ser! Você precisará matá-lo também! - reagiu o enrustido,
batendo o pézinho nervosamente.
- Sim, mas não poderei fazê-lo agora. Não com o estranho desaparecimento do
corpo de papai. Precisamos desvendar primeiro este mistério. - disse
Jeitosinha, recompondo-se.
- Então você...
- Não resta outra alternativa, Adenair. Terei que me submeter aos caprichos
de Arlindo. E pode ter certeza: estarei mais pronta amanhã do que ele pensa!
Pela primeira vez desde o rompimento, Jeitosinha voltou aquela noite ao
apartamento de Bruno. Encontrou-o em estado de total desespero, sorvendo
doses e mais doses de wiskie barato.
- Você destruiu a minha vida! - Lamentou o jovem.
A loira, usando um vestidinho curto, sentou-se no seu colo. Numa explosão de
luxúria, enfiou a língua na boca de Bruno, antes que ele pudesse esboçar
qualquer reacção.
Num primeiro momento ele retribuiu ao carinho, mas logo lembrou-se de que
estava beijando um homem. Rejeição e desejo se sucediam em ondas no coração de Bruno. Mas ele havia bebido bastante e amava Jeitosinha...
No dia seguinte, consumada uma louca e completa noite de amor, a loira
acordou e viu Bruno, de pé, contemplando-a . Ela abriu um sorriso, mas não
foi retribuída.
- Você é tão bonita... - murmurou o rapaz, com um semblante que mais sugeria
um lamento que um elogio.
- O que você achou da noite, meu amor?
- Eu... Eu estou confuso... Foi tudo muito diferente... Me vi fazendo coisas
que nunca imaginei ser capaz...
- Calma amor... - respondeu docemente Jeitosinha - Sente-se aqui ao meu
lado. Vamos conversar melhor sobre isso...
- Bem... - respondeu Bruno, com um sorrisinho sem graça - podemos até
conversar. Mas sentar eu não consigo...


O que acontecerá com Jeitosinha?

Escrito por Kalú às 15h32
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FACADA ... NO TRABALHO!!!!

Putz, aconteceu algo super chato no trampo... vou descrever o negócio que até parece capítulo de novela mexicana...

Eu não estava na sala, um amigo ligou no meu ramal e o "fulaninho de tal" puxou a ligação, porém ele confundiu a voz de quem estava do outro lado perguntando por mim, então ele respondeu desta forma:

- Aquela f.... d... p...., aquela ...., .......xkekcjjeiuisuiejjsii+%6&888; me chamou de alguns nomes que não preciso nem repetir aqui né, porém meu amigo ficou meio desconcertado na hora e acabou desligando o telefone. O "fulaninho" tinha certeza que estava falando com outra pessoa que não fosse meu amigo claro!

Quando fiquei sabendo disso, pensei que de alguma forma eu deveria fazer ele saber que eu estava ciente de tudo o que aconteceu, mas como??? Não sou muito boa para conversar neste tipo de situação, eu já rodo a baiana, como eu não queria perder a classe o que fiz; mandei um email para ele dizendo o seguinte:

- Fulano você sabe diferenciar uma ligação interna de uma ligação externa? Você sabe diferenciar se uma ligação é para mim ou para você antes mesmo que a pessoa do outro lado se identifique? Bem acho que não (.........) Estou te dando um toque pois acho que até o momento você não sabia disso!

Quando ele viu o email ficou com a pulga atrás da orelha, depois de um bate boca ele disse, a única pessoa que ligou no seu ramal foi o "...." (justamente o amigo dele que me conhece, por isso ele tava tão tranquilo), mas quando ele disse isso eu disse: NÃO FOI O "...." QUE TE LIGOU, ERA UM AMIGO MEU NA LINHA E VOCÊ CONFUNDIO A VOZ E FALOU AQUELE MONTE DE MERDA SOBRE MIM... gente o cara não sabia onde enfiar a cara dele tentou se justificar, mas não deu, ele realmente além de super anti profissional foi super infeliz nos comentários pelo telefone, e o pior ao tentar se justificar veio dizer que não era de mim que estava falando e sim da nossa chefe... putz piorou, não sei o que ficou pior...

Só uma observação dá para perceber que a gente já não se dava muito né!!!



Escrito por Kalú às 15h28
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Escrito por Kalú às 17h03
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Mudança Concluída

  Bem, me disseram que mudar de casa em dia de chuva é sinal de SORTE ... Então tô bem servida, começei a mudança na chuva e terminai com ela cainda sobre a minha cabecinha!!!

Agora dá até para rir, mas foi cansativo viu, pois é claro que ajudei na mudança, embora o pessoal do caminhão e os "ajudantes" Ted, Chiquinho, Raphael, Elias, Tolega e Tiego...tiveram a presença (e a força) impressindíveis. Ufa!!! Mas deu tudo certo!!!

Uma nova fase em nossas vidas, qualquer mudança é sempre difícil, mas em minha opinião é sempre para melhor!!!

A tarde ainda encontrei minha amiga de infância  Raquel Gomes Sampaio (é isso mesmo Quel) e batemos aquele papo!!!



Escrito por Kalú às 16h26
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AMIGAS E AMIGOS



Escrito por Kalú às 16h17
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A Ciganinha está de mudança novamente!!! Para quem já me conheçe já sabe porque... Bem desta vez vou morar no mesmo prédio da mami, fica melhor para meu filhote já que quando volta da escola é na casa da vovó que ele fica, estou falando do Jão Jão (João Pedro)... Mas estava eu lá no novo apartamento pintando a parede da sala quando veio aquelas lembranças de tipo "direto do túnel do tempo" coisas que aconteceram quando eu ainda era uma criança, os campeonatos na quadra da escola ao lado, os batizados das bonecas das colegas do prédio, o tão gostoso e esperado café da tarde de todos os dias... Ah!!! tanta coisa que as vezes dá até vontade de chorar, de emoção mesmo de ter vivido tantas coisas!!!

E por isso dedico este poema para vocês, que de qualquer maneira fazem parte de minha vida também!!!

Saudades
(Vilma Galvão)
 
Saudades do que fui,
das coisas que costumava sonhar,
dos momentos que sorria sem medo,
das horas de silêncio e entrega;
apenas por ser inocente...
Saudades da espera do natal,
dos presentes nos pés da árvore.
Saudades que teima em permanecer,
doer e me transportar de novo
para aquela rodinha de crianças
a gargalhar, sem nada preocupar...
Saudade as vezes gostosa,
as vezes dolorida...
Saudades de mim também
que deixei de ser,
lá naquele passado
que eu já não alcanço...
 
 
30/06/03
Vilma Galvão
http://www.sonhosepoemas.com.br

Bem, espero que todos tenham um ótimo final de semana, e obrigado a todos por perderem alguns minutos para lerem o meu pensamento...



Escrito por Kalú às 16h05
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"Você deve estar atento e saber as razões do por que dançar."

Thomas Yellowtail, CROW 
 
Dentro de cada ser  existe o desejo de dançar.
 
Nós dançamos a musica da vida.
 
Voce alguma vez parou para pensar por que as pessoas sentem a necessidade de se mover quando escutam o som dos Tambores Indigenas?
 
O tambor toca o som do coração da Mãe Terra.
 
Cada dança dos Indios tem um proposito, uma razão.
 
Cada canção tem uma intenção.
 
O bater do tambor faz nosso corpo, mente e espirito entrar em harmonia, procurar seu equilibrio.
Esse som nos permite conectar com a Mãe Terra e com cada um do todo da criação.
 
Esse som nos facilita o alinhamento da mente com os pensamentos espirituais.
 
Dançar com os tambores é se curar em níveis mais profundos do que podemos imaginar.
 
Grande Espirito, hoje eu danço para reverenciar  sua Obra.
 
Sem as batidas do seu Tambor,  do som do seu coração, não existiria vida.
 
Recebi esta mensagem de um amigo lá da Aldeia da Mata.


Escrito por Kalú às 15h36
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Cura Espiritual

Antes de se falar em cura espiritual, é importante definirmos o que é uma doença.

Seria ela um mal de fato?

No livro "Mãos de Luz", a curadora norte-americana Barbara Ann Brennan apresenta um raciocínio muito interessante:

"Toda doença é uma mensagem direta dirigida a você, dizendo-lhe que não tem amado quem você é, e nem se tratado com carinho, a fim de ser quem você é".

De fato, todas as vezes que nosso corpo apresentar alguma "doença", isto deve ser tomado como um sinal de que alguma coisa não está bem.

A doença não é uma causa, é uma consequência proveniente das energias negativas que circulam por nossos organismos espiritual e material.

O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos, portanto, possuimos energias que nos causam doenças, porque somos indisciplinados mentalmente e emocionalmente.

Em,"Nos Domínios da Mediunidade", André Luiz explica que:

"assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais".

Permanentemente, recebemos energia vital que vem do cosmo, da alimentação, da respiração e da irradiação das outras pessoas e para elas imprimimos a energia gerada por nós mesmos.

Assim, somos responsáveis por emitir boas ou más energias às outras pessoas.

A energia que irradiamos aos outros estará impregnada com nossa carga energética, isto é, carregada das energias de nossos pensamentos e de nossos sentimentos, sendo necessário que vigiemos o que pensamos e sentimos.


Escrito por Kalú às 15h13
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POEMA


 
 
Carlos Drummond de Andrade
Viver não dói
 
 

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim
que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.


Escrito por Kalú às 10h26
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JEITOSINHA - NOVELA - CAPÍTULO 11

Capítulo XI

Revolta de Arlindo



- Você nunca me enganou, Jeitosinha... - A voz de Arlindo destilava revolta e ódio.
- Vou contar seu segredo ao papai, assim que ele voltar da pescaria! Aliás, vou contar ao mundo!
- Contar ao papai? -
Espantou-se a moça. Então Arlindo não sabia que o pai estava morto! Não foi ele quem escondeu o corpo!
Jeitosinha estava tão fragilizada que acabou assumindo sua bizarra condição ao irmão.
- Sim, Arlindo. Sou uma mulher aprisionada no corpo de um homem. Mas sou a maior vítima desta situação! Eu lhe imploro: não revele o meu segredo!
- Não adianta, Jeitosinha... - retrucou o magoado Arlindo - Toda a minha vida brinquei com cavalinhos feitos de palitos de fósforo fincados em batatas, enquanto a princesa tinha os mais caros brinquedos. Toda a vida dormi espremido num beliche, com os pés do Amarildo tocando as minhas narinas, enquanto você tinha seu quarto e finos lençóis de seda...
Arlindo agarrou Jeitosinha pelos braços e fitou o fundo de seus olhos.
- Mas o que eu nunca vou perdoar mesmo foi aquela surra que levei quando descobri a verdade sobre você... - Arlindo tremia de rancor.
- Mas nem eu mesma sabia! - Tentou defender-se Jeitosinha. "- Chega! Chega de suas mentiras!"
Arlindo virou-se em direcção à porta. A irmã, desesperada, lançou-se ao chão e abraçou seus pés.
- Não, Arlindo... Por favor! Eu faço qualquer coisa!
- Qualquer coisa? - O tom do rapaz agora era mais suave. - Comece mostrando-se para mim. Quero vê-la nua!
Relutante, Jeitosinha livrou-se de suas roupas e revelou seu corpo perfeito de mulher. Bem, quase perfeito.
- Não é justo... - Balbuciou Arlindo, apontando o apêndice que fazia de Jeitosinha um quadro surrealista - Até neste requesito você me ganha ...
- Por favor, não seja rude comigo...
- O quê? - espantou-se o moço - Você imaginou que eu quero tocar você? É ruim, hein?
- Mas... O que você quer então? - Perguntou a moça, voltando a se vestir...
- Você vai me render dinheiro, irmãzinha. Muito dinheiro!

O que Arlindo pretende? Como Jeitosinha sairá dessa?

 



Escrito por Kalú às 17h57
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Lição do dia...

Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível,

e de repente você estará fazendo o impossível

São Francisco de Assis 



Escrito por Kalú às 17h37
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Aquele que pensa aos 30 anos a mesma coisa quando tinha seus 20 anos,
perdeu 10 anos em sua vida.
Gabriel de Godoy



Escrito por Kalú às 17h37
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Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal,
ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.
Albert Schwweitzer



Escrito por Kalú às 17h36
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